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Okê Arô!


 “Oxóssi é caçador de uma flecha só

Herdeiro de Iemanjá, irmão de Ogum

Aquele que na cobra dá um nó

Aquele apaixonado por Oxum.”

(Trecho do Samba-enredo “Batuque ao Caçador” de 2022 da G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel)

 

 


Foto retirada da matéria do site eu rio. In: https://eurio.com.br/noticia/34134/mocidade-de-padre-miguel-aposta-em-oxossi-na-briga-pelo-titulo.html. Acesso em: 03/01/24.

 

O ano era 2022 a escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel desfila com o samba-enredo Batuque ao Caçador para fazer uma homenagem àquele que é padrinho da escola, que o toque das suas caixas de guerra – instrumentos da bateria – é baseado no aguerê (toque consagrado ao orixá). O desfile conta a história do nosso caçador de uma flecha só - Oxóssi para quem já o conhece – como orixá para os iorubás, sendo abençoado pelo nkisi Mutalambô e parceiro de São Sebastião e

O orixá Oxóssi não é só padrinho da escola de samba Mocidade, mas também é o regente da Tenda Estrela de Oya, nossa TEEO. Sincretizado através de São Sebastião, a energia de Oxóssi ilumina o nosso terreiro trazendo a fartura da caça que se faz todos os dias em busca de alimento, espantando a miséria, revela a vida e sabedoria ao entrarmos em contato com o maior acervo de saber que existe: a floresta, a mata.

Um dos mitos que envolve esse caçador é o de ser filho de Iemanjá, irmão de Ogum e Exu (orixá) e –como diz o pequeno trecho que retirei do samba-enredo – apaixonado por Oxum, orixá da beleza, que, com ela, teve um filho chamado Logunedé. E, o grande feito que o coroou como Oxóssi é o de ser o único odé (caçador) capaz de acertar o pássaro que foi enviado para trazer dor e miséria o povo de Ifé. E fez isso tudo com apenas uma flecha, mostrando seu foco e determinação em trazer paz para aquele povo.

Oxóssi tem seu dia na umbanda e em algumas casas de candomblé no dia 20 de Janeiro e seu dia na semana é quinta-feira. Sua cor na umbanda é o vermelho, já no candomblé pode ser azul-turquesa e/ou verde-mata e seus elementos são Ofá (arco), Damatá (flecha), Erukeré. Sua saudação pode ser Òké Árò Òdé, Arolé! (Caçador de alta graduação, Viva o caçador!) e/ou Okê Arô! (Salve o Grande Caçador!).

 

 

“É Mutalambô

É Mutalambô

É o Rei Maior

O meu pai Oxóssi é caçador de uma flecha só.”

(Ponto cantado na TEEO e em outros terreiros)

 

                                                       

Foto retirada da matéria do site Alakétu Odé. In: https://alaketuode2.blogspot.com/2015/12/mutalambo-o-pai-dos-cacadores.html. Acesso em: 03/01/24.

 

Sabemos, então, que a morada desse orixá é na mata, que ele adentra a floresta para trazer para nós fartura e sabedoria. Mas é sabido pelos povos tradicionais e passado para nós que não se deve entrar lá sem estar preparado e pedir licença para os espíritos protetores desse local. Aqui no Brasil, Oxóssi cruzou com os espíritos locais da crença indígena e o nkisi dos povos de linguagem bantu.

Nkisis são as divindades que regem as forças elementares da natureza e/ou um fetiche, encanto, magia e objeto de poder. Eles fazem parte da crença de alguns povos de linguagem bantu e por fazerem parte do meio ambiente, seja ela de forma concreta (raio, montanha...) ou abstrata (caminho, fartura...), para a maioria deles, não tem forma humana. Porém, ao chegarem ao Brasil, embarcaram na onda do sincretismo e foram entrelaçados com os orixás em algumas casas do candomblé Ketu.

Mutalambô, Mutak' lombo, Mutakalambô ou Muta é o Rei de toda a Floresta, o senhor de tudo que nela existe, o dono do Ixí (Terra). Tem o domínio das partes mais profundas e densas das florestas, onde o Sol não alcança o solo por não penetrar pela copa das árvores. É visto como Caçador, vive em florestas e montanhas, nkisi de comida abundante.

Esse Nkisi, então, para os praticantes de candomblé Ketu, se assemelha ao orixá Oxóssi. A umbanda busca preservar o sincretismo existente entre os santos católicos e os orixás, porém, também há a tentativa de preservação da linguagem iorubá, do tronco linguístico bantu e indígena. Por isso vemos a mistura de linguagens e entidades em pontos cantados, por exemplo. Tudo para tentar manter viva a memória dos nossos ancestrais.

 

“...Um rio inteiro em Teu nome, meu Senhor

Quem é de Oxóssi é de São Sebastião

Quem é de Oxóssi é de São Sebastião.”

(Trecho do Samba-enredo “Batuque ao Caçador” de 2022 da G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel)



Card de Oxóssi retirado do livro Santos de casa: Fé, crenças e festas de cada dia de Luiz Antônio Simas. Feito por: Aline Bispo.

 

E falando em sincretismo, São Sebastião e Oxóssi andam de mãos dadas em diversos terreiros de umbanda. Reza a lenda que o entrelace dos dois se dá ao fato de terem, em comum, a flecha como elementos principais de sua história.

São Sebastião, ainda jovem, para o exército de Roma, onde chegou a liderar a primeira corte de infantaria dos imperadores Maximiano e Diocleciano. Por ser cristão e constantemente proteger os seus, foi condenado por alta traição e, assim, foi amarrado em uma árvore e crivado de flechas. Não foi nessa vez que São Sebastião acabou morrendo, como nenhuma flecha atingiu seus órgãos vitais, foi salvo logo depois pela esposa de um cristão condenado. Voltou no dia 20 de Janeiro e se declarou cristão para o imperador Diocleciano, foi espancado até a morte pelos soldados.

Há quem diga que as flechas representam epidemias e que, um dos milagres acerca desse santo é de que ao transportar suas relíquias para uma cidade, interrompeu a doença que se alastrava nesse lugar.

 

Huuum, será que é só a flecha que eles têm em comum? Conta para gente a sua opinião.

 

“Naquela estrada de areia aonde a lua clareou

Todos os caboclos pararam para ver a procissão

De São Sebastião

Okê, Okê, Caboclo!

Meu pai Oxóssi é São Sebastião.”

(Ponto cantado na TEEO e em outros terreiros)

 

 

Mas e a relação de São Sebastião e os caboclos?

No espiritismo de umbanda, São Sebastião ficou responsável por comandar a falange de caboclos no astral, porém, talvez essa relação tenha se fundamentado em plano terreno, principalmente, na história da nossa cidade São Sebastião do Rio de Janeiro.

A nossa baía -denominada como Guanabara pelos tupinambás que habitavam a região onde seria fundada a cidade pelos portugueses em 1565- foi batizada de Rio de Janeiro por uma expedição de reconhecimento em janeiro de 1502. Acharam que avistavam um rio e o mês era janeiro, simples assim.

Em princípio não houve tanto interesse por essa região por parte da Coroa Portuguesa, porém, uma parte dela, acabou se tornando uma preocupação pois, a partir de 1555, quando Nicolas de Villegagnon estabeleceu a França Antártica, um núcleo colonizador francês. O que foi possível graças a cooperação dos tupinambás habitantes de uma aldeia chamada Karióka, localizada aos pés do que atualmente conhecemos como Morro da Glória. 

Mem de Sá, governador geral do Brasil, organizou uma expedição com portugueses, temiminós e tupiniquins – os dois últimos, inimigos históricos dos tupinambás –, para enfrentarem o empreendimento francês, sendo parcialmente bem-sucedido.

Mas foi em 1564, que Estácio de Sá foi enviado para esse local por seu tio, Mem de Sá, com o objetivo de expulsar definitivamente os franceses e “pacificar” os tupinambás– ou seja, submetê-los, por meio da morte, escravização ou aldeamento. Chegou à região em 1º de março de 1565, fundando uma cidade no morro Cara de Cão, aos pés do Pão de Açúcar, onde hoje se encontra a Fortaleza São João, na Urca. Era um empreendimento estratégico para o fortalecimento da presença portuguesa.

É neste momento que o santo de nosso interesse entrou para a história da cidade: como era comum na tradição toponímica portuguesa associar um nome de devoção católica a algum elemento regional, a cidade foi nomeada “São Sebastião do Rio de Janeiro”. Tradicionalmente, se credita a devoção a Estácio de Sá, que teria trazido uma pequena imagem, feita para ser carregada nas embarcações e utilizada em ofícios nos portos, a entronizando na capela de taipa construída no Cara de Cão.

Dentre esses contos, outros muitos existem em relação a batalha entre os portugueses e tupinambás. Com direito a uma suposta aparição do santo católico para proteger as embarcações portuguesas; um Estácio de Sá, morrendo como um guerreiro cristão em decorrência de uma flecha disparada por um pagão, exatamente no dia de São Sebastião; o rei de Portugal, então com seis anos de idade, tinha nascido no dia do santo e fora batizado em sua homenagem e outros. E, em um desses contos, houve aquele que em que São Sebastião apareceu com uma espada na mão para lutar ao lado dos Portugueses, temiminós e tupiniquins. Sendo assim, declarado padroeiro do Rio de Janeiro do capitão Estácio de Sá.

Pois bem, podemos ver que a relação de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro, e os caboclos que baixam nos terreiros, tem muito mais fundamento do que imaginávamos, não é verdade?

 

Depoimento de uma médium da casa sobre Oxóssi e sua energia:

“Oxóssi pra mim é a vida, a base de tudo que eu sou. Ele salvou a minha vida sem eu perceber, e eu vejo ele muito mais do que um Pai. Não tem nem como explicar.

Quando a energia dele tá perto, me sinto leve como um passarinho e feroz como uma onça. Oxóssi é a sabedoria, aquele que quando eu mais preciso.

Eu sei que posso procurar, abraçar e chorar, sem dizer uma palavra. Ele sabe de tudo que eu sinto e com um estalar de dedos ele me faz sentir criança de novo.”

(Camila Gonzalez – Curimbeira e Médium da nossa TEEO)

 

Arrepiante, não é?

 

Licença a Mutalambô!

Salve Oxóssi!

Salve os nossos caboclos!

Okê Arô!

 

Salve a umbanda!

 

Quer se aprofundar mais sobre os assuntos? Aproveita a dica aqui embaixo e se tiver outras, compartilha com a gente! Axé! ;)

 

G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel. Letra do samba-enredo Batuque ao Caçador. In: https://www.letras.mus.br/mocidade-independente-de-padre-miguel/batuque-ao-cacador/. Acesso em: 03/01/2024

ALENCAR, Agnes. A silenciosa construção de uma guerra: uma França Antártica indígena. Revista do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro. n.12, 2017, p.297-322.

KNAUSS, Paulo. Imagem de São Sebastião. In: KNAUSS, Paulo; LENZI, Isabel; MALTA, Marize (org.). História do Rio de Janeiro em 45 objetos. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2019.

FIGUEIREDO, Janaína. Nação Angola: Caboclos, Nkisis e as novas mediações. Editora: ‎Pallas; 1ª edição; 11 março 2022.

SIMAS, Luiz Antônio. Santos de casa: Fé, crenças e festas de cada dia. Ilustrações: Aline Bispo. 1ª Ed. – Rio de Janeiro. Editora: Bazar do Tempo, 2022.

 

Texto feito por: Tesla Dias – Professora, Escritora e Médium da Tenda Estrela de Oya.


Observação: o texto acima é exclusivo de sua autora, não necessariamente refletindo a opinião da instituição.

 Rua Joaquim Martins 138, Encantado - Rio de Janeiro RJ

Serão todos muito bem vindos.

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TEEO - Tenda Espírita Estrela de Oyá






Caboclo na Umbanda: Como Estabelecer uma Relação Significativa com os Espíritos Protetores


Na vastidão da espiritualidade Umbandista, a presença dos Caboclos raros na Umbanda destaca-se como uma bênção única. Estes espíritos protetores, ligados às raízes profundas das tradições indígenas e afro-brasileiras, oferecem orientação espiritual valiosa para aqueles que buscam uma conexão mais profunda com o divino. Neste artigo, vamos explorar como estabelecer uma relação significativa com esses guias espirituais, mergulhando nas riquezas espirituais da Umbanda.


Compreendendo os Caboclos Raros na Umbanda

Os Caboclos raros na Umbanda são entidades espirituais que carregam consigo a sabedoria ancestral das tradições indígenas e africanas. Estes guias espirituais são notáveis por sua raridade e poder espiritual. Eles oferecem orientação não apenas nas questões do mundo material, mas também auxiliam na jornada espiritual, proporcionando insights profundos e cura espiritual.


Cultivando o Respeito e a Devoção

Para estabelecer uma relação significativa com os Caboclos raros na Umbanda, é crucial cultivar o respeito e a devoção. Honre essas entidades com rituais de oferendas, como flores, velas e ervas sagradas. Ao mostrar gratidão e reverência, você estará criando uma atmosfera propícia para receber a orientação espiritual desses guias protetores.


Práticas Meditativas e Contemplativas

A prática da meditação é uma ferramenta poderosa para se conectar com os Caboclos raros na Umbanda. Durante a meditação, abra seu coração e sua mente para receber mensagens e visões espirituais. Esteja receptivo às energias ao seu redor, permitindo que a sabedoria desses guias espirituais se manifeste em sua consciência.


Participação em Cerimônias e Rituais Umbandistas

Participar em cerimônias e rituais umbandistas é uma maneira eficaz de fortalecer sua conexão com os Caboclos raros. Estes eventos não apenas proporcionam um ambiente carregado de energia espiritual, mas também oferecem a oportunidade de aprender com praticantes mais experientes. A imersão na atmosfera espiritual dessas cerimônias pode abrir portas para uma compreensão mais profunda da presença dos Caboclos raros na Umbanda.

Se você está ansioso para explorar mais sobre a presença dos Caboclos raros na Umbanda e deseja estabelecer uma conexão mais profunda com esses guias espirituais, nosso blog, teestreladeoya.blogspot.com, é uma fonte rica de informações e orientações. 

Aqui você encontrará artigos detalhados, práticas sugeridas e histórias inspiradoras para enriquecer sua jornada espiritual.

Em última análise, ao estabelecer uma relação significativa com os Caboclos na Umbanda, você estará se abrindo para uma jornada espiritual transformadora.


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TEEO - Tenda Espírita Estrela de Oyá

Sessão São Francisco de Assis na Umbanda

Sábado (07/10), 16h, a sessão é para eles, nossos queridos "bichinhos". Veja as regras: - Os animais deverão vir com coleiras, focinheiras ou gaiolas de transporte; - Indicamos cartão de vacina do PET, um animal contaminado pode contaminar um animal saudável. A responsabilidade é do tutor! - ATENÇÃO: Os mais agressivos, é necessário o uso de focinheira, reforçamos; - Os portões serão fechados 30min após início ou limitados a retirada de 20 senhas. A medida é em razão da saúde do pet. - Não insista em não seguir as regras. Pedimos compreensão! A sessão com a força de São Francisco de Assis... Vamos! Vale lembrar nosso pedido de ajuda com o projeto "Campanha de Alimentos TEEO" e contamos com assistência para levar um quilo de alimento. Teremos caixas para depositar: feijão, açúcares, leite em pó, óleo de soja. Só levar!!! #Áudiodescrição: #Pracegover #PracegoverUmbanda #DescreviPraVocê imagem de fundo com predominância clara com imagem de são francisco de assis. Textos com o convite da sessão espírita pública de Umbanda, a realizar no dia 07 de outubro desta semana, sábado, às 16 horas. Em seguida ícones com a logo da Casa Espíritas e o endereço Rua Joaquim Martins 138 e número de whatsapp 21 99548-6429. Áudiodescrição: Tenda Espírita Estrela de Oya

Nomes e origens - Onde Eles estão?

Por Fábio Vasconcellos.

Certa vez eu ouvi e, de um tempo para cá, passei a reparar o quanto há de repetição nos nomes das entidades apresentadas nos terreiros de Umbanda. Um volume extenso de Tranca-Ruas, Pai Joaquim, Caboclo Tupinambá, Mariazinha, Pena Branca e etc.


Quanto que as falanges destes guias aumentaram em Aruanda, heim?! Está certo que uma boa justificativa para esta imensa legião seja a apresentação de somente o nome da “falange chefe”. Todavia, onde estão os Caboclos: Jacó, Juruá, Cajá, Cipó, Arruda. Por onde anda Pai Guiné, Vovó Gabriela, Mãe Acenoá. 

Lembro que o “meu vovô desenvolvedor” era Pai “Zandlé”. Puxa, penei repetindo para as pessoas que o questionavam: “o quê? Pai André? Pai Andlé? (com se o guia fosse o cebolinha, rs).

Pois bem, porque levantei este tema? Curiosamente li um texto na página “Umbanda 24 horas” que trazia algumas explicações interessantes para os nomes dos guias. E sugiro a leitura...

Meu maior desespero era um dia ter que riscar o ponto do Vovô e explicar o “Pai Joaquim do Canavial”. Como explicar o Ca-na-vi-al? Bom, no momento necessário consegui trazer a mensagem e no final tudo deu certo! (rs). Muitas vezes, as entidades, principalmente as de pretos velhos, vinculam ou atribuem seus nomes às falanges e completam com a identificação de suas origens.

Desta mesma forma, temos outras entidades como:

Mãe Antonia, Mãe Bina, Mãe Cachimba, Mãe Cambinda de Guiné, Mãe Chiquinha, Mãe Jacobina, Mãe Joana, Mãe Joaquina, Mãe Jurububá, Mãe Maria da Bahia, Mãe Maria de Angola, Mãe Maria de Aruanda, Mãe Maria de Benguela, Mãe Maria do Paraíso, Mãe Maria Mina, Mãe Maria Mineira, Mãe Marococa, Mãe Santana, Mãe Tutu, Nega Ana, Nega Mina, Preta Mandinga, Tia Chica, Tia Maria da Bahia, Tia Maria da Praia, Vó Ana, Vó Anastácia, Vó Benedita, Vó Benta, Vó Eulália, Vó Isaura, Vó Joaquina, Vó Josefina ou Vó Zefina, Vó Juliana, Vó Maria, Vó Maria Cândida, Vó Maria Chica, Vó Nana, Vó Rita, Vó Rosa de Angola, Vó Sabina, Vó Serafina, Vovó Arruda, Vovó Catarina, Vovó Cigana, Vovó Jacira, Vovó Joana, Vovó Josefa, Vovó Luiza, Vovó Luiza da Praia, Vovó Maria Antônia, Vovó Maria Antônia do Congo, Vovó Maria Conga, Vovó Maria da Mata, Vovó Maria do Rosário, Vovó Maria Quitéria, Vovó Maria Redonda, Vovó Maria Rita, Vovó Maria Rosa, Vovó Raimunda, Vovó Sabrina da Bahia, Vovó Severina, Vovó Zeferina. (Fonte extraída do blog “Povo de Aruanda”)

Pai Anacleto, Pai Antônio, Vovô Agripino, Pai Benedito, Pai Benguela, Pai Caetano, Pai Cipriano, Pai Congo, Pai Dindó, Pai Fabrício das Almas, Pai(Vovô) Firmino D'Angola, Pai Francisco, Pai Gregório, Pai Guiné, Vovô Gumercindo, Pai Jacó, Vovô Jeremias, Pai Jerônimo, Pai João, Pai João Baiano, Pai Joaquim, Pai Jobá, Pai Jobim, Pai José D'Angola, Pai Julião, Vovô Jurandir, Pai Malaquias, Pai Mané, Pai Miguel D'Arruda, Pai Roberto, Pai Serafim, Pai Serapião, Pai Severino, Pai Tomaz, Pai Tomé, Pai Zé.

Vovó Acácia, Vovó Ana, Vovó Anastácia, Vovó Cambinda (ou Cambina), Vovó Filó, Vovó Carolina, Tia Chica, Vó Ditinha, Vovó Barbina, Mãe Benedita, Mãe Cassiana, Vovó Francisca, Vovó Luíza, Vovó Maria Conga, Mãe Maria D'Aguine, Vovó Manuela, Vovó Chica, Vovó Ana, Tia Joana, Vovó Maria, Vovó Maria Maria Redonda, Vovó Catarina, Vovó Luiza, Vovó Rita, Vovó Gabriela, Vovó Quitéria, Vovó Mariana, Vovó Maria da Serra, Vovó Maria de Minas, Vovó Rosa da Bahia, Vovó Maria do Rosário, Vovó Benedita, Mãe Terezinha D'Angola, Tia Zefinha. (Fonte extraída do site http://pretosvelhos.blogspot.com.br/2008/10/alguns-nomes-de-pretos-velhos.html)

Águia Branca, Águia Dourada, Pena Vermelha, Sete Espadas, Espada Flamejante, Sete lanças, Tabajara, Tamoio, Tucuruvú, Sete Ondas, Sete Caminhos, Sete Matas, Rompe Fogo, Caboclo Pantera Negra, Tupuruplata, Akuan, Rompe Nuvem, Caboclo Apeiara, Araribóia, Icaraí, Rompe Ferro, Beira Mar, Caiçara, Caboclo Goitacá,  Ipojucan, Itapoã, Águia Solitária, Caboclo Kaluanã, Jaguarê, Ubirajara, Rompe Aço, Caboclo Beira Mar, Caboclo Ogum Iara, Caboclo Ogum Megê, Caboclo Ogum Matinata, Caboclo Guarani, Caboclo Ogum Naruê, Caboclo Ogum das Matas, Caboclo Apecatu, Caboclo Ogum Beira Rio, Caboclo Ogum de Lei, Caboclo Ogum de Ronda, Caboclo Ibiajara, Caboclo Guaçu, Caboclo Goitacá, Caboclo Apuana, Caboclo Tibiriçá. Caboclo Sete Pedreiras, Caboclo Sete Cachoeiras, Caboclo Sete Pedras, Caboclo Sete Montanhas, Caboclo Cachoerinha, Caboclo Treme Terra, Caboclo Tupã, Cobra Coral, Caboclo Itapema, Itapoã, Caramuru, Itamirim, Urubatã da Guia, Treme Terra, Araúna, Cajá, Caboclo do Sol, Itapitinga, Itaqui, Ubiratã, Itajaí, Caboclo Guaritá, Juparã Mirim, Caboclo Itatiba, Caboclo Quebra, Itapeva, Caboclo Giguaçu,  Pedra, Caboclo Itaimbé, Guará, Caboclo Itaum, Caboclo Itajubá, Sete Trovões, caboclo Arranca-Toco, Pedra Preta, Caboclo Itapoã, Pedra Rôxa, Caboclo da Pedreira, Caboclo do Trovão, Itapema, Caboclo Cachoeira, Caboclo Gira Mundo, Caboclo Cubatão, Itapitinga, Caboclo Apuã, Caboclo Voturantim, Caboclo Guairá, Caboclo Itaúna, Caboclo Itabira, Caboclo Itambé, Caboclo Anajé, Caboclo Itatiba, Caboclo Itagi, Caboclo Anajé, Caboclo Itaguaçu, Sete Encruzilhadas, Mata Vírgem, Sete Flechas, Arruda, Pena Branca, Tupaíba, Tupiara, Aimoré, Tupinambá, Rompe Folha, Aracambé, Sete Matas, Junco Verde, Folha Verde, Apuava, Japiassú, Paraguassu, Asema, Pena Verde, Caboclo Jibóia, Pena Azul, Flecheiro, Caçador, Antã, Pena Dourada, Ubá, Caboclo da Lua, Apué, Caboclo da Mata, Anhaguera, Guarani, Guandú, Arapuí, Serra Azul, Sete Serras, Tapuia, Apuama, Flecha Dourada, Caboclo Uirapara, Caboclo Aymoré, Caboclo Lírio Branco, Uiba uí, Caboclo Tira-Teima, Caboclo Cipó, Caboclo Rôxo, Caboclo Jibóia, Caboclo Ubirajara, Caboclo Ubiracy, Caboclo Jiquitáia, Águia da Mata, Flecheiro do Fogo, Caboclo Apuama, Caboclo Jaguaruna, Caboclo Caiuá, Apoena, Caboclo Guarapari,  caboclo Toriba, Caboclo Urubatão da Guia, Caboclo Araguacy, Caboclo Ibaté, Caboclo Mauá, Caboclo Ubirajara, Caboclo Guaratinguetá, Caboclo Eté, Caboclo Jurandir, Caboclo Ventania, Caboclo Tamandaré, Caboclo Apoema, Caboclo Iandé, Caboclo Iaé, Caboclo Uanã, Caboclo Jaçanã, Caboclo Yacamim, Caboclo Ibaretama, Caboclo Cuera, Uaçaiçú, Caboclo Araguaci, Caboclo Anhaguá, Caboclo Inaiê, Caboclo Taiguara, Caboclo Yakecan, Caboclo Uirá, Cabocla Jurema, Cabocla Jacira, Cabocla Flor de Lís, Cabocla Flor da Mata, Cabocla da Mata, Cabocla da Lua, Cabocla Lírio Branco, Cabocla Angatú, Cabocla Sete Flechas, Cabocla Sete Estrelas, Cabocla Samambáia, Cabocla Jandira, Cabocla Capotira, Cabocla Indaiá, Cabocla Raio de Luar, Cabocla Jussara, Cabocla Raio de Luz, Cabocla Raio de Sol, Cabocla Bartira, Cabocla Potira, Cabocla do Vento, Cabocla Iacina, Cabocla Japotira, Cabocla da Chuva, Cabocla da Pedreira, Cabocla dos Raios, Cabocla Amanaiara, Cabocla Atiaia, Cabocla Amanacy, Cabocla do Trovão, Cabocla das Folhas, Cabocla Sete Raios, Cabocla Tempestade, Cabocla Amanara, Cabocla Tainá, Cabocla Amanacy, Cabocla Iaciara, Cabocla da Praia, Cabocla das Ondas, Cabocla Janaína, Cabocla Aci, Cabocla Guaraciaba, Cabocla Sete Ondas, Cabocla Imerim, Cabocla Jaciaba, Cabocla do Mar, Cabocla Estrela do Mar, Cabocla Juracy, Cabocla Ayrumã, Cabocla Jaciema, Apenunga, Cabocla da Cachoeira, Cabocla Assucena, Cabocla Yara, Cabocla do Rio, Cabocla do Sol, Cabocla Irani, Cabocla Açucena,  Inauê, Imaiá, Cabocla Igapira, Cabocla dos Lírios, Cabocla Jupira, Cabocla Jaci, Cabocla Iracema, Cabocla Iraí, Cabocla Iaciara, Cabocla Ibotira. (Fonte: CLAUDIA BAIBICH)

A ideia neste texto não é você copiar os nomes postados, e sim saber que há diversas Entidades que desejam repassar as identidades/nomes (seja lá como você deseja chamar) em sua essência. E o médium não pode, de maneira alguma, interferir neste processo por medo do desconhecido ou, principalmente, por afeição à uma Entidade que outrora passou por sua vida. Ouvimos dizer que para o Espírito, esta identificação não tem relevância, uma vez que o trabalho será executado com a mesma qualidade. Mas quem não gosta de ser reconhecido pelo seu verdadeiro nome? O dirigente estará preparado para reconhecer a veracidade da informação repassada, e grandes espíritos estarão em “suas verdades” baixando nos terreiros para a caridade.

Vale a reflexão profunda aos que estão iniciando, apesar das dúvidas. E, também, aos que já militam há certo tempo na religião.

Receba meu Saravá Fraterno.
Fábio Vasconcellos


TEEO - Tenda Espírita Estrela de Oyá